Turistas

Não dou para o peditório de ser hostil com turistas, massificados ou não. As pessoas não tem de fazer um turismo x ou y, muito cultural ou muito corriqueiro. Muitos dos que fazem as piores opções, aliás, são os que menos escolha tem. Muitos são trabalhadores, de férias, e é ótimo que tenham a oportunidade de conhecer mais mundo. Naturalmente querem conhecer uma cidade lindíssima como é Lisboa. Querem gastar o menos possível em alojamento e em alimentação (como nós, quando viajamos) e ficam encantados com que lhes é apresentado. É a história do turismo em todas as capitais. Não é deles a culpa de Lisboa ter uma ou outra opção económica ou turística. É aí que se tem de agir, na política e na oferta. A hostilização de turistas é uma espécie de xenofobia.

Feito: agora ler outros

Está feito já há uns dias. O que quer dizer que retomarei as leituras normais, em breve. Hoje foi difícil escolher o que ler e todos os livros ficaram em cima da mesa de cabeceira. Muito variadas as possíveis escolhas. Livros por acabar, livros por começar. Ler. Será possível? Tentarei.

UP no Roterdão

A sala era pequena e encheu-se de amigas e amigos. Com a chegada das pessoas o som ficou mais equilibrado. Há muito tempo que não tocavamos um concerto nosso, sem estar enquadrados num festival. Os Understood deram música ao Roterdão e estrearam-se no Cais do Sodré com open your mind – flying – vento – seattle – back to the road – gps – verdes anos – whiskey – requiem – bells – sonic flower – wha wha – triângulo das bermudas.