Literatura brasileira fora do país, ganhando o mundo

Com agrado li a referência ao Bairro Alto Cidade Baixa no Migramundo, num artigo do Flávio Carvalho, Literatura brasileira fora do país, ganhando o mundo

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Copa 2018: Brasil

Sempre acompanhei os campeonatos do mundo de futebol. Sempre me apaixonei e  me emocionei pelo Brasil, com bom e mau futebol. Sempre desejei que ganhassem, mesmo com o pior futebol possível. Às vezes especialmente com o pior futebol que pudessem apresentar (que obviamente nunca permitiu alcançar um título).

2018 foi diferente. Aliás só hoje resolvi escrever sobre a copa do mundo.

Desta vez foi impossível entusiasmar-me com o Brasil. As ordens de razões misturam-se. 1. Temer não podia ter esta taça no seu mandato; 2. Neymar é um jogador demasiado irritante. Como Zico e Sócrates podem ter ficado sem uma copa e este fulano poder ganhar alguma? Já basta os jogos olímpicos. Sinceramente ainda tive uma esperança vã que ele me surpreende-se, fizesse alguma coisa bonita como o David Luis faria. Mas não há nada ali. Neste campeonato nem sequer futebol ele apresentou. Ficou famoso por se atirar no chão se queixando de faltas. 3. Os coxinhas tomaram para si a camisa amarela e eu apenas ficava mais ou menos satisfeito vendo a “canarinha” de azul. Não sei se há canários azuis… Mas o Brasil amarelinho dos patinhos que saiu para as ruas e fez o país voltar para os anos oitenta ainda está muito presente. Estragaram a camisa amarela pelo caminho. Agora é preciso um processo de reapropriação e recredibilização do uniforme do Brasil.

Claro que durante os jogos é difícil não torcer pelo Brasil (se bem que com todas estas contradições na cabeça). Assim tudo acabou por se resolver bem. A Bélgica é uma boa equipa para se perder, o Brasil não deu vexame (não era preciso ser 7-1), fez uma boa segunda parte (ia empatando) e Neymar confirmou que não merecia ganhar este mundial (apesar de haver bons jogadores nesta seleção).

É isso. Espero que em 2022 o Brasil seja outro, para melhor.

Copa 2018: meias finais

Há muitas copas que nem a Alemanha nem o Brasil (um deles pelo menos estava sempre lá, o Brasil em menor número) figuravam entre os semifinalistas.

Temos um França – Bélgica e um Croácia – Inglaterra para ver. Eu preferia ver um Bélgica – Croácia mas acho que o que vai acontecer é termos uma final França – Inglaterra.

Curiosidade é o facto deste mundial parecer mesmo um europeu, quando o de 2014 a dada altura parecia uma copa américa com convidados europeus (sendo que o campeão foi uma equipa europeia).