Formas de estar

A Propósito da leitura de um trecho de “O Príncipe”, de Maquiavel, no blog A Caixa de Pandora, fiz o seguinte comentário, que aqui trancrevo, em formato revisto e melhorado:
Odeio Maquiavel.
Parei de ler o Príncipe a meio.
Deve ser por não querer acreditar que a patifaria e a sordidez possam ser teorizadas.
Mas acredito que tudo o que ele diz deve ser verdadeiro. Não devo é estar preparado para saber as verdades.
Tentei ler a “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, mas também perdi a paciência. Este mantem-se na minha mesa de cabeceira.
De certeza que os senhores da guerra fazem estas leituras muito novos e devem encontrar no Príncipe um livro que os orienta quanto a uma maneira de actuar.
“E os homens hesitam menos em ofender aos que se fazem amar do que aos que se fazem temer, porque o amor é mantido por um vínculo de obrigação, o qual, devido a serem os homens pérfidos, é rompido sempre que lhes aprouver, ao passo que o temor que se infunde é alimentado pelo receio de castigo, que é um sentimento que não se abandona nunca…”
Fantástico e terrível.

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One thought on “Formas de estar

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