na lâmpada

– Entre, senhor, vamos beber um mate.
– Nunca digo que não ao amor de uma chaleira. Mas depois deixas-me podar as roseiras.
Conversaram, lembraram-se de muitas coisas bonitas de recordar e esqueceram outras que mereciam ser esquecidas, porque a vida é assim.
Sepúlveda, n’A Lâmpada de Aladino

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