24 e 25

24/4: pois foi precisamente a desorganização das pessoas, dos movimentos, que nos trouxe para ali com ainda mais força. se este ano não tivemos arraial pelo facto de, ao que parece, a câmara não nos ter dado espaço – sendo impensável uma solução periférica como a lx factory – pois bem, juntamo-nos aos rios. é mágico estar ali, seja ou não num coletivo, naquele lugar, especialmente nas vésperas da nossa revolução. as pessoas misturaram-se e foi assim. todos os rios foram dar ao carmo.

25/4: acordar de manhã e ir para o carmo outra vez, ouvir vasco lourenço, rejeitado no parlamento pela direita, que as palavras dos capitães não são as da troika que nos governa. encontrar mais amigos, outros, abril é de amizades, mais do que de instituições. depois do almoço ir para a manifestação e ter a surpresa de ver que mais uma vez teríamos os nossos tambores, com o grupo do et. foi mesmo muito bom. se eu tivesse nascido aqui ainda sentiria mais do que sinto por estas datas, que sempre roubam os meus festejos pelo meu dia?

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