d&d

sempre joguei sozinho, com os livros que substituem os mestres de jogo. adorava. mas eu também tinha o jogo mais abstrato. este é que é a verdadeira peça criativa, sem limites. foi o único jogo que adquiri que se constituía por dois livros fininhos (que são basicamente princípios orientadores para construir mundos), dados (de várias faces diferentes, diga-se. adoro vê-los, aliás!) e nada mais. não vinha uma varinha mágica porque esta fica dentro da cabeça. li isto e fiquei com saudades: Dungeons & Dragons Has Influenced a Generation of Writers. ainda hei-de descobrir um grupo de feiticeiros, clérigos e guerreiros em lisboa, que em part-time e em algum vão de escada escondido e encantado, exploram este tipo de portais que nos colocam fora da realidade quotidiana e nos remetem para universos paralelos.

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