Libertas

a música está lá sempre, encerrada na black box, esperando para ser libertada. quando ouvem a chave roçar na fechadura, os amplificadores ligam-se sozinhos nas guitarras e no baixo e as baquetas escalam a bateria. empunham-se os instrumentos como cetros de criatividade e melodia. as fagulhas de sonoridade iluminam e se juntam, se emaranham e crescem em explosões musicais, harmónicas e estridentes, calmas e inquietas, ternas e impetuosas. nem sempre a compreensão alcança, nem sempre é uma dança, mas uma crença, uma fé. segue a adoração pelos sons, a sala se move e as paredes abrem-se para um mundo novo. os desígnios incertos das equações que não pertencem à matemática reduzem a realidade à sua pequenez, pois a verdade mais verdadeira é a música.

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