gourmet

“jantamos uma comida requintada e gourmet – e não requentada e para grunhos, como as nossas” comentaria paul a jefferson, posteriormente, no estádio, comendo uma sandes de presunto e bebendo uma imperial. mas era outro o espanto de paul: “na sala ele tinha um quadro lindo, genial, que expressava uma imensa energia, um negócio revolucionário”. jefferson ouvia enquanto esperava o prego no pão e já se apossava da mostarda solteira que se exibia no balcão, sob vigilância total. “estava eu tão impressionado e vai daí o gajo diz: comprei isto por uma pataca, é um artista em ascensão, daqui a um tempo vendo isto por um balúrdio”. paul e jefferson escangalharam-se a rir. no bar todos ficaram a olhar. acabaram de comer e foram à zdb, assistir ao concerto de filho da mãe.

um rascunho que andava para aqui, de 22 de abril de 2014

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