pequenos draminhas

e daí uma coisa preocupa-nos. e sabemos que não é justificável nem razoável a preocupação. mas ela fica miudinha, ali, naquele cantinho. às vezes chama-nos à presença dela. e dizemos: não tenho de preocupar-me contigo. mas na verdade só deixa de preocupar quando já não há motivos para preocupar. é o caso, neste momento. siga.

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