Botão vermelho

Paul estava sentado à janela. Tinha o computador aberto à sua frente. O telemóvel vibrou, quase acompanhando a música de Yan Tiersen, que se ouvia na rádio. Era Guglielmo. Então esta revisão? Não termina?

Dedo no botão vermelho, Paul desligou o telemóvel. Guglielmo, do outro lado da linha, percebeu, segundos depois, que tinha ficado pendurado. Atravessou o parque relvado e entrou na porta gótica. Preparou um chá preto, como seria de esperar às cinco da tarde em Cambridge. Que bom, está à beira de ser concluído.

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