Pelo mundo

Porto Alegre, Rio de Janeiro, Lisboa, Barcelona, Berlim e Kolding. Contente.

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Impossível

Há limites de tempo e de espaço. Caracteres e minutos. Começaria assim, não se saberia como terminaria. Unhas verdes a condizer com um imaginado gelado de limão, apesar do sorbet ser branco, a não ser que seja colorido artificialmente – contra natura – portanto está tudo estragado, ouviu-se em voz forte, determinada, convicta. Pode ser indigo, nem todas as pessoas conseguem ver esta cor. A conversa veio para aqui, sobre a cor misteriosa, e acabou num lago com patos, que naquela hora apenas tinha algas e água. Tempos de satisfação também são tempos de resistência, foi mais ou menos isso que ele respondeu. A seguir pediu uma sopa e também uma tosta, acompanhada com uma minúscula limonada de frutos silvestres. Impossível.

UP na Festa da Diversidade (17 de junho)

Desta vez não tenho fotos. Repetimos a presença na Festa da Diversidade, repetimos a presença na Ribeira das Naus. Tocamos com a nossa formação de sempre, com o nosso Zumbi.

Tínhamos programado: 1. bermudas triangle; 2. gps; 3. seattle; 4. old whisky; 5. verdes anos; 6. feedback (que ainda não tem nome e apresentamos como “a nova música”); 7. back on the road; 8. requiem num fim de tarde; 9. wha wha.

Mas tudo mudou e tocamos bastante tempo. Até tocamos Bells e Tudo o que o vento traz, que estavam bastante enferrujadas e não preparadas.

Depois de tocarmos cerca de uma hora, chegou a Marcha LGBT e tocamos mais quatro músicas do set inicial. Foram momentos muito especiais.

Além disso, várias amigas e amigos vieram, além de turistas, que paravam para ouvir algumas músicas. Muitos colocavam-se na parte lateral direita do palco, para evitar o sol que torrava.

A Sofia escreveu um post fixe sobre o concerto:

“A escutar a nova música, muito justamente chamada ‘Nova Música’. Ou me engano muito, o que costuma suceder amiúde, ou nunca se viu um concerto tão pejado de aficcionados. A malta começa finalmente a entender os Understood.”

BACB na CBL (pós sessão)

Faz uma semana (foi a 28 de junho).

A sessão foi deliciosa, aberta pelo Luís Raimundo, da Chiado Editora, seguindo-se as palavras do Carlos Vianna, da Casa do Brasil. O livro Bairro Alto Cidade Baixa foi apresentado pela Cecília Honório, historiadora, professora, escritora, ex-deputada e uma grande amiga. Transformou um conjunto importante de frases do livro numa bela intervenção. Também falei algumas coisas, com o cuidado de não retirar suspense ou revelar o final.

Muitos amigos e amigas, interessados, associados, família e os meus, claro. Foi tudo muito bom.

É isso, está lançado.