Cortázar e Galeano

Há dias – na verdade há algumas semanas – na rádio alguém falava de Cortázar e de Os prémios, que foi publicado pela primeira vez em Portugal. Na mesma ida para o trabalho outra voz na rádio leu um conto d’O Livro dos Abraços, de Galeano – livro tão importante para mim e para o meu Bairro Alto Cidade Baixa ter saído da gaveta. Estava a entrar no Largo do Rato, parado no sinal vermelho, e pensava como era engraçada aquela sequência feita de propósito para mim. Cortázar e Galeano tinham de estar na mesma manhã, na mesma viagem de carro, sem dúvida.

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