Sim, é só fireworks

A vingança da martelada e dos fireworks serviu-se gelada e com requintes de maldade.

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O Anel dos Löwenskölds

Ontem acabei de ler “O Anel dos Löwenskölds” de Selma Lagerlöf. Um livro interessante, dos anos 20 do século passado, sobre sociedade, caráter, costumes. Interessante é também Selma ser a primeira Nobel mulher. Uma dúvida que tive é saber se Tolkien conheceria o livro – seguramente. É uma questão totalmente impertinente – os livros não tem nenhuma proximidade. Pessoalmente, o melhor deste livro é que foi daqueles que me fez ler sem parar. Fazia tempo! Rapidamente foi gerada a necessidade de ver qual era o desenlace.

Não chegar

Antes de chegar tentar ir a uma livraria e ela estar fechada, como previsto aliás. O horário está na porta. Ir a um café e entrar. Sair logo a seguir, sem pedir nada, só porque apetece. Querer o café seguinte, a porta ao lado, sucessivamente. Procurar encontrar e encetar uma nova procura. Fazer render a rua porque afinal o dia está sem nuvens. Esticar o céu e o sol e mesmo este friozinho de inverno. E depois chega-se. Ou não.