Em tempo e fora de tempo

Em tempo, aviso que as Amoras foram publicadas na oitava edição da Revista Literalivre.

Fora de tempo, mas ainda em tempo, lembro que, há mais ou menos um mês, partilhava uma carta de amor, do Abdel à Raissa, do outro lado do Mar Mediterrâneo, na Antologia Três Quartos de Um Amor.

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O Anel dos Löwenskölds

Ontem acabei de ler “O Anel dos Löwenskölds” de Selma Lagerlöf. Um livro interessante, dos anos 20 do século passado, sobre sociedade, caráter, costumes. Interessante é também Selma ser a primeira Nobel mulher. Uma dúvida que tive é saber se Tolkien conheceria o livro – seguramente. É uma questão totalmente impertinente – os livros não tem nenhuma proximidade. Pessoalmente, o melhor deste livro é que foi daqueles que me fez ler sem parar. Fazia tempo! Rapidamente foi gerada a necessidade de ver qual era o desenlace.

Esperanças

Na Antologia Poética “Entre o Sono e o Sonho – Volume VIII” publiquei as tais “Esperanças” que dão título a este post.

Sábado passado fomos ao lançamento da obra, no Teatro Tivoli. O Teatro, ou cinema, estava cheio. O meu melhor amigo levava cinco carrinhos, todos ao estilo do faísca: o faísca, o outro faísca, o faísca preto, o faísca da avó e o faísca roxo. Os carros desciam a rampa em forma de cadeira, indiferentes às leituras que ali decorriam. A restante plateia não queria saber de corridas. E devem ter razão que rallys não combinam com poesia. De maneira que achamos por bem, sem lamentações, prosseguir a nossa sessão na avenida da Liberdade, num quiosque, a comer brigadeiros e a beber sumo de manga.

Leituras

A leva de livros não foi muito grande, mas foi a exata. Levei quatro livros e li três e meio. Todos muito bons: A Biblioteca, de Zoran Zivkovic; Pedro Paramo, de Juan Rulfo; Patagónia Express, de Luis Sepúlveda. Trouxe de volta sem ler completamente: As velas ardem até ao fim, de Sandor Marai.