A Borra do Café terminado

No domingo (e só neste domingo) terminei a Borra do Café, de Mário Benedetti. Um livro lindíssimo. Saboroso. Li-o a passo de caracol – adorava ter ainda caracolado mais. Mas há tanto para ler. Agora sigo para o Bestiário, de Cortazar. Ivo, o galego, era maluco por livros de Benedetti. Ele o conhecia antes de mim e este é outro ingrediente engraçado da história/estória. Felizmente concordo com Ivo. Um dia falarei com ele sobre isso, talvez na passagem entre o Bairro Alto e a Cidade Baixa. Escrevi à minha prima Mariana sobre os nomes de algumas personagens do livro de Benedetti: Sérgio, Rita e Mariana. Outro encanto.

Leitura

Com o fim das revisões, reiniciei, timidamente, a leitura. Acho que leitura, mesmo que tímida, não deixa de ser leitura. Preciso crer que sim. Isto, lento, que ando a fazer aos livros, é o que me envolve com “A Borra do Café”, de Benedetti. Gostava de conseguir sentir a sensação de terminar um livro, outra vez. Faz tempo que não a tenho com regularidade. Estranhamente, senti isso recentemente com o último livro de JK Rowling, “Harry Potter e a criança amaldiçoada”. Benedetti, a ver se conseguimos. O Paul ouviu falar muito em ti.

Resistência

Parece uma aliança entre Darth Vader, Sauron e Voldemort, sob uma capa de imbecilidade perigosa. Valha-nos Luke e Leia, Harry Potter, Dumbledore e Hermione, Gandalf e os hobbits. Precisaremos de muita magia contra estes feiticeiros negros que ameaçam o progresso e a solidariedade na Terra.