Esperanças

Na Antologia Poética “Entre o Sono e o Sonho – Volume VIII” publiquei as tais “Esperanças” que dão título a este post.

Sábado passado fomos ao lançamento da obra, no Teatro Tivoli. O Teatro, ou cinema, estava cheio. O meu melhor amigo levava cinco carrinhos, todos ao estilo do faísca: o faísca, o outro faísca, o faísca preto, o faísca da avó e o faísca roxo. Os carros desciam a rampa em forma de cadeira, indiferentes às leituras que ali decorriam. A restante plateia não queria saber de corridas. E devem ter razão que rallys não combinam com poesia. De maneira que achamos por bem, sem lamentações, prosseguir a nossa sessão na avenida da Liberdade, num quiosque, a comer brigadeiros e a beber sumo de manga.

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Leituras

A leva de livros não foi muito grande, mas foi a exata. Levei quatro livros e li três e meio. Todos muito bons: A Biblioteca, de Zoran Zivkovic; Pedro Paramo, de Juan Rulfo; Patagónia Express, de Luis Sepúlveda. Trouxe de volta sem ler completamente: As velas ardem até ao fim, de Sandor Marai.