UP na Festa da Diversidade (17 de junho)

Desta vez não tenho fotos. Repetimos a presença na Festa da Diversidade, repetimos a presença na Ribeira das Naus. Tocamos com a nossa formação de sempre, com o nosso Zumbi.

Tínhamos programado: 1. bermudas triangle; 2. gps; 3. seattle; 4. old whisky; 5. verdes anos; 6. feedback (que ainda não tem nome e apresentamos como “a nova música”); 7. back on the road; 8. requiem num fim de tarde; 9. wha wha.

Mas tudo mudou e tocamos bastante tempo. Até tocamos Bells e Tudo o que o vento traz, que estavam bastante enferrujadas e não preparadas.

Depois de tocarmos cerca de uma hora, chegou a Marcha LGBT e tocamos mais quatro músicas do set inicial. Foram momentos muito especiais.

Além disso, várias amigas e amigos vieram, além de turistas, que paravam para ouvir algumas músicas. Muitos colocavam-se na parte lateral direita do palco, para evitar o sol que torrava.

A Sofia escreveu um post fixe sobre o concerto:

“A escutar a nova música, muito justamente chamada ‘Nova Música’. Ou me engano muito, o que costuma suceder amiúde, ou nunca se viu um concerto tão pejado de aficcionados. A malta começa finalmente a entender os Understood.”

De volta

Mas o melhor de tudo, é mesmo voltarmos a juntar os quatro de sempre, com as suas diferenças, manias, convergências, resmunguices e acertos. A partir da próxima segunda, com alguma decalage de horários, os Understood voltam ao seu formato inicial, por uma hora e vinte, pelo menos. O resto é preenchido pelas cordas. Há muita coisa nova para criar, músicas por gravar e concertos para preparar.

ZP

Fica o registo de um gajo altamente, que estudou as músicas e que fez o melhor que conseguiu. O Zé Paulo parecia que já nos conhecia há muito tempo. Trazia a Old Whisky bem estudada e foi interessante ver que ele gostava tanto de nossas músicas, que era tão desafiado por elas.

Jam sessions em toda a parte

Francis e Mick (este com o seu toque de jazz) estiveram a tocar conosco. O Márcio também (e foi brutal). Todos excelentes em vários sentidos. Gostam sempre muito das canções. Neste tipo de sociedades importa muito menos a técnica do que a empatia que todos nós temos de ter. De um lado e de outro. Uma espécie de sentimento de família. Depois de um ano à espera, a procura começou muito a sério. Como sempre, tudo vai dar certo. Somos imparáveis.