Quase enologia, mas com cd’s

Um cd de Brian Eno que esteja por ouvir, por explorar, por aproveitar cada detalhe, é sempre uma boa notícia.

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Tudo o que o vento leva

Há finais que se aproximam com anúncio, pompa e circunstância. Às vezes não é assim. Desta vez, não sendo, era como se fosse. Eles talvez estivessem tranquilos ao perceber a vinda desta possibilidade. Ele, em concreto, estava especialmente descansado, apesar de estar indignado. Não queria que este dia chegasse – fez todos os esforços em sentido contrário. Desmontou todas as expectativas em torno disto. Até já havia uma data possível para um concerto, numa excelente sala. Seria interessante fazer um post sobre o show, se ele de facto não viesse a ocorrer. Ocorreria?

UP na Festa da Diversidade (17 de junho)

Desta vez não tenho fotos. Repetimos a presença na Festa da Diversidade, repetimos a presença na Ribeira das Naus. Tocamos com a nossa formação de sempre, com o nosso Zumbi.

Tínhamos programado: 1. bermudas triangle; 2. gps; 3. seattle; 4. old whisky; 5. verdes anos; 6. feedback (que ainda não tem nome e apresentamos como “a nova música”); 7. back on the road; 8. requiem num fim de tarde; 9. wha wha.

Mas tudo mudou e tocamos bastante tempo. Até tocamos Bells e Tudo o que o vento traz, que estavam bastante enferrujadas e não preparadas.

Depois de tocarmos cerca de uma hora, chegou a Marcha LGBT e tocamos mais quatro músicas do set inicial. Foram momentos muito especiais.

Além disso, várias amigas e amigos vieram, além de turistas, que paravam para ouvir algumas músicas. Muitos colocavam-se na parte lateral direita do palco, para evitar o sol que torrava.

A Sofia escreveu um post fixe sobre o concerto:

“A escutar a nova música, muito justamente chamada ‘Nova Música’. Ou me engano muito, o que costuma suceder amiúde, ou nunca se viu um concerto tão pejado de aficcionados. A malta começa finalmente a entender os Understood.”