2017

2017 chegou. Há imensas razões para ser-se pessimista, pensar que nada mudou. Afinal, é só uma data. Afinal, ainda pode ser pior. É uma questão de escolha. Apetece ser otimista depois de um ano tão mau – em termos coletivos, de mundo – como foi 2016. Nem que seja por algumas semanas.

Adeus 2016!

Viva maravilhoso 2017!

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impossível

as mudanças trouxeram todos estes tufões. convive-se perfeitamente com eles. na globalidade demonstram alguma coerência, se não os quisermos perceber. encontramo-nos e perdemo-nos neles. tudo ao mesmo tempo. às vezes não. acontece sempre algo, é tudo muito dinâmico – com acalmias curtas. ele me dizia: estes tempos – tão diferentes e distantes. já não o reconheço bem, apenas em alguns traços. nem sei como podia ele ser ele. como podia? quem era esta figura? no fim são estes os novos tempos novos: impossíveis – uma zona livre de limites. é de aproveitar. acabam sempre e acabam sempre bem.

a song in the back of my soul

Goodbye cold, goodbye rain
Goodbye sorrow, and goodbye shame

I’m headin’ out west with my headphones on
Boarding a flight with a song in the back of my soul
That no one knows

e a guitarra é tão bonita. é a segunda música que ouço de john mayer. hoje ouvi isso na fnac. não comprei o cd, nem ouvi mais nenhuma.

a outra música dele que conheço é free fallin, que é linda também. há uns bons anos me apresentaram. outros tempos.